Além das principais bandeiras de luta que são a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário, o fim do fator previdenciário, igualdade de oportunidades para homens e mulheres, política de valorização dos aposentados, regulamentação da convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e ratificação da convenção 158 da OIT, o movimento sindical comemora este ano os 70 anos da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CLT).
O presidente da UGT, Ricardo Patah, lembra que há alguns anos as centrais estão organizadas e unidas para realizar a grande festa aos trabalhadores brasileiros. Sempre objetivando a defesa e a garantia dos direitos dos trabalhadores que são os principais responsáveis pela geração de riquezas do país. Aqui, celebramos também os 70 anos da CLT, que na nossa compreensão é um instrumento de defesa dos trabalhadores e precisa ser defendida de setores patronais, afirmou Patah.
Paulinho, presidente da Força Sindical, disse que a data de 1º de maio vai proporcionar, mais uma vez, uma grande festa com os principais artistas da música brasileiras, além de sorteios de 19 bons automóveis. E cobrou da presidente Dilma Rousseff uma resposta sobre as reivindicações da classe trabalhadora, afirmando que a luta continua até que o governo entenda as reivindicações.
José Calixto Ramos, presidente da Nova Central, disse que o ato é um chamamento para que os trabalhadores e a sociedade em geral participem do 1º de Maio que se aproxima. Afirmando que não se pode parar de lutar, porque precisamos avançar nas conquistas e garantir que não se perca os direitos já adquiridos.
O vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana, disse que o ato reafirma a unidade das Centrais Sindicais em cima dos pontos aprovados na Conferência da Classe Trabalhadora, realizada no Pacaembu em 2010, que em síntese é a defesa de um projeto de desenvolvimento com a valorização do trabalho.





